Caboclo é o mestiço de branco com índio; caboco, mameluco, cariboca, curiboca. Antiga designação do indígena brasileiro.
Retirado de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Caboclo
CENTRO ESPIRITUALISTA CABOCLO PERY
Templo de Umbanda - Regência de Oxoce
Fundado em 23 de setembro de 1998
Rua 21 Quadra 30 Lote 10 - Loteamento Maravista - Itaipu - Niterói/RJ
Dirigente: Mãe Iassan Ayporê
Apresentação
Somos um Terreiro de Umbanda. Simplesmente Umbanda. Sem fórmulas mágicas, muito menos tenda de milagres. E consideramos também que mais importante do que ficarmos presos a idéias pré-concebidas de escolas ditas iniciáticas de Umbanda, ou permanecermos presos a conceitos ultrapassados, é buscarmos fazer a caridade incondicional.
Não importa qual ritualística cada Terreiro de Umbanda siga. Não importa se "escrevem" Oxoce, Oxossi ou Oxosse. Não importa se consideram Nanã Orixá dono de "Ori" (coroa) ou não. Não importa se consideram mais Orixás ou menos Orixás... O que realmente deve importar quando se procura um Terreiro de Umbanda não é o Terreiro (se é bonito, feio, pobre, rico, etc), mas sim A UMBANDA! É claro, que o cuidado com que a obra física é tratada nos fala dos dirigentes e médiuns do terreiro, mas não nos fala de Caridade. O quanto de Caridade o terreiro pratica. Só indo e assistindo as sessões, as giras, observando como se trabalha, a disciplina, os objetivos, o amor. Não cobrando por absolutamente NADA. Não fazendo "trabalhinhos" de amarração, ou para trazer a "pessoa amada" de volta em "x" dias. Fazendo um trabalho constante de amor e fraternidade espiritual e material/social.
A Umbanda é uma religião absolutamente aberta que tem inúmeras diferenças de interpretação, que variam de região para região assim como de terreiro para terreiro. É com a ritualística que nos idenficamos ou não num primeiro momento, mas devemos lançar um olhar mais profundo e examinarmos melhor os objetivos da Casa. Se tem atabaques, se tem palmas, como é a abertura, o desenrolar da gira, a que a gira se destina. O "como" pode variar e varia muito. E é com o "como" que nos identificamos ou não. Mas isto não nos fala de Caridade também. Para um Terreiro poder se dizer de Umbanda, lá deve haver amor, compromisso com o próximo, caridade descompromissada, um trabalho constante de solidariedade, disciplina, respeito e estudo.
Existem inúmeros sites e livros que falam da "origem" da Umbanda. Uns falam que começou com Zélio de Moraes e o Caboclo das 7 Encruzilhadas, outros falam que veio da África, outros falam que começou na Atlântida... outros... Agora, cá entre nós... isto é realmente importante? Ou simplesmente, em alguns casos, puro preconceito ou vaidade? Por que sublinhei "em alguns casos"? Porque existem muitas pessoas honestas nos mais variados segmentos da Umbanda. Nas mais diversas "origens"... O importante é compreender que esta é a verdade de cada um e como tal deve ser respeitada.
Mas existem algumas coisas que em absoluto nós não podemos aceitar e muito menos respeitar... é que se cobre por qualquer coisa, não podemos aceitar trabalhos sob encomenda pagos... Não podemos aceitar a falta de compromisso com o Bem, não podemos aceitar que se coloquem como a única "salvação" para aquela alma, que se não realizar um "despacho" ali no seu terreiro, a vida não irá prá frente. Isto não é Umbanda!
No que acreditamos como origem da Umbanda? Como forma de culto oficial, que tenha começado com Zélio de Moraes. Mas como força? Desde que o mundo é mundo... já que a Umbanda é uma religião naturista, ou seja, cultua e tem como sua base a natureza. Quanto a Origem Africanista? Sim é claro que acreditamos nela, é só observar os vocábulos... os próprios nomes dos Orixás (a própria palavra Orixá).
Não nos propomos a sermos os "donos da verdade". Desejamos apenas divulgar a UMBANDA e não a nós mesmos. Desejamos apenas, através deste site, informar as pessoas que existe mais um terreiro de Umbanda, que pratica a caridade pela caridade. Um cantinho onde podemos encontrar os bons conselhos de um Preto Velho, as orientações enérgicas de um Caboclo, e as "dicas" de vida material dos Exus. Mas cada terreiro também tem a sua própria raiz, a sua própria história, e é isto que pretendemos mostrar um pouco aqui... a Nossa Raiz, a Nossa História.
Por tudo isto e muito mais eu digo: Seja bem-vindo ao cantinho virtual do Centro Espiritualista Caboclo Pery.
SARAVÁ UMBANDA!!!
Mãe Iassan Ayporê Pery
Dirigente do CECP
Retirado de:
http://www.caboclopery.com.br/
quarta-feira, 28 de julho de 2010
DEVIDO A UMA AMEAÇA À RESERVA DOS INDIGENAS
CB NOTÍCIAS: Índios fazem 100 funcionários reféns no Mato Grosso
Segundo coordenador da Funai, indígenas não ameaçaram matar os trabalhadores
Um grupo de cerca de 300 índios de 11 etnias diferentes ocuparam neste domingo (25) a usina hidrelétrica de Dardanelos, em Aripuanã, no Mato Grosso, e fizeram 100 operários reféns.
Equipados com facas e arcos, os indígenas retiveram os funcionário que trabalham na construção da usina e os prenderam em um alojamento. Segundo o coordenador regional da Funai (Fundação Nacional do Índio), Antonio Carlos Ferreira de Aquino, os índios não ameaçaram os funcionários.
- Os índios em nenhum momento ameaçaram suas vidas. Pediram tranquilamente que fossem para seus alojamentos.
Os indígenas reivindicam compensações por parte das autoridades pelo impacto social, cultural e ambiental da obra, localizada a 30 quilômetros de sua reserva. Aquino explicou que a empresa construtora “dinamitou” parte de um sítio arqueológico considerado sagrado pelos povos da região.
- Ao longo do tempo, os índios reivindicaram uma compensação, como prevê a lei de desmobilizações (de obras públicas). Como a hidroelétrica vai começar a operar no final deste ano, perderam a paciência.
O funcionário da Funai assegurou que as autoridades já decidiram fazer uma reunião na segunda-feira (26) com os índios para estudar suas reivindicações e negociar a libertação dos trabalhadores.
Segundo coordenador da Funai, indígenas não ameaçaram matar os trabalhadores
Um grupo de cerca de 300 índios de 11 etnias diferentes ocuparam neste domingo (25) a usina hidrelétrica de Dardanelos, em Aripuanã, no Mato Grosso, e fizeram 100 operários reféns.
Equipados com facas e arcos, os indígenas retiveram os funcionário que trabalham na construção da usina e os prenderam em um alojamento. Segundo o coordenador regional da Funai (Fundação Nacional do Índio), Antonio Carlos Ferreira de Aquino, os índios não ameaçaram os funcionários.
- Os índios em nenhum momento ameaçaram suas vidas. Pediram tranquilamente que fossem para seus alojamentos.
Os indígenas reivindicam compensações por parte das autoridades pelo impacto social, cultural e ambiental da obra, localizada a 30 quilômetros de sua reserva. Aquino explicou que a empresa construtora “dinamitou” parte de um sítio arqueológico considerado sagrado pelos povos da região.
- Ao longo do tempo, os índios reivindicaram uma compensação, como prevê a lei de desmobilizações (de obras públicas). Como a hidroelétrica vai começar a operar no final deste ano, perderam a paciência.
O funcionário da Funai assegurou que as autoridades já decidiram fazer uma reunião na segunda-feira (26) com os índios para estudar suas reivindicações e negociar a libertação dos trabalhadores.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
QUAIS ERAM AS PRINCIPAIS TRIBOS DE ÍNDIOS DO VELHO OESTE?
por Roberto Navarro
Cheyennes, apaches, navajos, comanches, blackfeet e sioux eram algumas das principais nações indígenas nos Estados Unidos nos tempos do Velho Oeste, no século 19. Todas viviam na região conhecida como Grandes Planícies da América do Norte, uma vasta área que se estende do rio Mississípi em direção ao oeste do continente.
"Os povos das planícies são designados de acordo com os idiomas que falavam. Uma linguagem de sinais fornecia formas práticas, mas limitadas, de comunicação entre tribos de idiomas diferentes", diz a antropóloga americana Regina Flannery-Herzfeld, da Universidade Católica da América, em Washington.
Com a chegada do homem branco, os índios das planícies começaram a adquirir artigos como armas de fogo e tecidos, o que levou ao declínio das tradições e culturas nativas.
Quando viviam isolados da civilização, as tribos tinham como único bicho doméstico o cão, que servia principalmente como animal de carga, puxando uma espécie de trenó de madeira.
Os cavalos só se espalharam entre os índios americanos após contatos com os primeiros colonizadores espanhóis, ainda no século 16. A maior parte das nações era nômade, vivendo em acampamentos temporários e se deslocando à procura de alimento.
Tais grupos tinham como uma de suas principais atividades a caça de grandes animais, como antílopes, alces e, em especial, búfalos. "Na segunda metade do século 19, tribos que antes eram hostis entre si se uniram contra os forasteiros brancos. Às vezes, os índios eram bem-sucedidos em ataques, mas no final foram aniquilados e transferidos para reservas", afirma Regina.
Mergulhe nessa
Na livraria:
The Long Death: The Last Days of the Plains Indians, Ralph K. Andrist, Macmillan, 1964
Na internet:
www.dickshovel.com/up.html
www.tolatsga.org/Compacts.html
Últimos peles-vermelhas
Em meados do século 19, seis grandes tribos enfrentavam a invasão dos colonos brancos
CHEYENNES
Viviam na região do estado de Montana, no norte dos Estados Unidos. Nômades, montavam aldeias temporárias com cabanas cônicas, conhecidas como tepees. Por mais de 20 anos os cheyennes se envolveram em uma série de ataques aos brancos, além de se unirem a outras tribos contra a presença de colonos em seu território. Em 1876, os cheyennes se aliaram aos antigos inimigos sioux para aniquilar a Sétima Cavalaria, famosa tropa do Exército americano comandada pelo "general" Custer
SIOUX
Também chamados de dakotas, espalhavam-se pelos estados de Dakota do Norte e do Sul, no centro-norte dos Estados Unidos. Eram os mais agressivos contra os brancos e tinham cerimônias que incluíam rituais de tortura como prova de bravura. Num desses rituais, mostrado no filme Um Homem Chamado Cavalo (1970), o índio tinha a pele atravessada por pinos de madeira presos a cordas, que eram estendidas para erguer o corpo até gerar dilacerações. Os sioux resistiram aos brancos até 1890, quando foram massacrados
NAVAJOS
O mais populoso grupo de índios dos Estados Unidos vivia na região do Novo México (sul do país) e falava um idioma parecido com o de seus "primos" apaches. Tinham uma religião complexa, que incluía cerimônias com a criação de grandes pinturas no chão, feitas com flores e areia colorida. Os navajos eram menos agressivos, mas foram considerados perigosos o bastante para justificar o envio de uma expedição militar contra eles em 1863. Cerca de 8 mil índios foram presos e assim permaneceram até 1868
BLACKFEET
Com muitas armas de fogo e cavalos, os "pés-negros" habitavam o centro-norte dos Estados Unidos e possuíam uma das mais poderosas forças guerreiras do Velho Oeste. Eram famosos por arrancar os escalpos dos inimigos vencidos, fossem eles soldados americanos ou índios rivais. Ainda no início do século 19, boa parte da nação morreu de fome após o extermínio das manadas de búfalos de seus territórios. A partir daí, os blackfeet se concentraram na agricultura e na criação de gado, passando por um processo de mistura progressiva com outras tribos
APACHES
Muito hábeis no uso de cavalos, os apaches se dividiam em bandos autônomos que viviam perto da fronteira com o México. Mesmo sem possuir uma organização centralizada, tiveram grandes chefes, como Cochise e Geronimo, que os levaram a travar guerras sangrentas contra espanhóis, mexicanos e americanos após o fracasso de acordos de paz. Inferiorizados militarmente, foram derrotados de uma vez por todas em 1886 e levados como prisioneiros para a Flórida e outros estados americanos
COMANCHES
Nômades no século 19, os comanches promoviam temíveis ataques surpresa e ocuparam terras de outras tribos, como os apaches, no sul dos Estados Unidos. Era uma nação poderosa, que dependia muito da caçada de búfalos, animal que fornecia à tribo alimento e matéria-prima para roupas e utensílios. Foram uma das primeiras nações a adotar o cavalo, após contatos com espanhóis. Os comanches firmaram vários acordos de paz com o governo americano, que jamais impediu que os territórios da tribo fossem invadidos
Retirado de:
http://mundoestranho.abril.com.br/historia/pergunta_286876.shtml
Cheyennes, apaches, navajos, comanches, blackfeet e sioux eram algumas das principais nações indígenas nos Estados Unidos nos tempos do Velho Oeste, no século 19. Todas viviam na região conhecida como Grandes Planícies da América do Norte, uma vasta área que se estende do rio Mississípi em direção ao oeste do continente.
"Os povos das planícies são designados de acordo com os idiomas que falavam. Uma linguagem de sinais fornecia formas práticas, mas limitadas, de comunicação entre tribos de idiomas diferentes", diz a antropóloga americana Regina Flannery-Herzfeld, da Universidade Católica da América, em Washington.
Com a chegada do homem branco, os índios das planícies começaram a adquirir artigos como armas de fogo e tecidos, o que levou ao declínio das tradições e culturas nativas.
Quando viviam isolados da civilização, as tribos tinham como único bicho doméstico o cão, que servia principalmente como animal de carga, puxando uma espécie de trenó de madeira.
Os cavalos só se espalharam entre os índios americanos após contatos com os primeiros colonizadores espanhóis, ainda no século 16. A maior parte das nações era nômade, vivendo em acampamentos temporários e se deslocando à procura de alimento.
Tais grupos tinham como uma de suas principais atividades a caça de grandes animais, como antílopes, alces e, em especial, búfalos. "Na segunda metade do século 19, tribos que antes eram hostis entre si se uniram contra os forasteiros brancos. Às vezes, os índios eram bem-sucedidos em ataques, mas no final foram aniquilados e transferidos para reservas", afirma Regina.
Mergulhe nessa
Na livraria:
The Long Death: The Last Days of the Plains Indians, Ralph K. Andrist, Macmillan, 1964
Na internet:
www.dickshovel.com/up.html
www.tolatsga.org/Compacts.html
Últimos peles-vermelhas
Em meados do século 19, seis grandes tribos enfrentavam a invasão dos colonos brancos
CHEYENNES
Viviam na região do estado de Montana, no norte dos Estados Unidos. Nômades, montavam aldeias temporárias com cabanas cônicas, conhecidas como tepees. Por mais de 20 anos os cheyennes se envolveram em uma série de ataques aos brancos, além de se unirem a outras tribos contra a presença de colonos em seu território. Em 1876, os cheyennes se aliaram aos antigos inimigos sioux para aniquilar a Sétima Cavalaria, famosa tropa do Exército americano comandada pelo "general" Custer
SIOUX
Também chamados de dakotas, espalhavam-se pelos estados de Dakota do Norte e do Sul, no centro-norte dos Estados Unidos. Eram os mais agressivos contra os brancos e tinham cerimônias que incluíam rituais de tortura como prova de bravura. Num desses rituais, mostrado no filme Um Homem Chamado Cavalo (1970), o índio tinha a pele atravessada por pinos de madeira presos a cordas, que eram estendidas para erguer o corpo até gerar dilacerações. Os sioux resistiram aos brancos até 1890, quando foram massacrados
NAVAJOS
O mais populoso grupo de índios dos Estados Unidos vivia na região do Novo México (sul do país) e falava um idioma parecido com o de seus "primos" apaches. Tinham uma religião complexa, que incluía cerimônias com a criação de grandes pinturas no chão, feitas com flores e areia colorida. Os navajos eram menos agressivos, mas foram considerados perigosos o bastante para justificar o envio de uma expedição militar contra eles em 1863. Cerca de 8 mil índios foram presos e assim permaneceram até 1868
BLACKFEET
Com muitas armas de fogo e cavalos, os "pés-negros" habitavam o centro-norte dos Estados Unidos e possuíam uma das mais poderosas forças guerreiras do Velho Oeste. Eram famosos por arrancar os escalpos dos inimigos vencidos, fossem eles soldados americanos ou índios rivais. Ainda no início do século 19, boa parte da nação morreu de fome após o extermínio das manadas de búfalos de seus territórios. A partir daí, os blackfeet se concentraram na agricultura e na criação de gado, passando por um processo de mistura progressiva com outras tribos
APACHES
Muito hábeis no uso de cavalos, os apaches se dividiam em bandos autônomos que viviam perto da fronteira com o México. Mesmo sem possuir uma organização centralizada, tiveram grandes chefes, como Cochise e Geronimo, que os levaram a travar guerras sangrentas contra espanhóis, mexicanos e americanos após o fracasso de acordos de paz. Inferiorizados militarmente, foram derrotados de uma vez por todas em 1886 e levados como prisioneiros para a Flórida e outros estados americanos
COMANCHES
Nômades no século 19, os comanches promoviam temíveis ataques surpresa e ocuparam terras de outras tribos, como os apaches, no sul dos Estados Unidos. Era uma nação poderosa, que dependia muito da caçada de búfalos, animal que fornecia à tribo alimento e matéria-prima para roupas e utensílios. Foram uma das primeiras nações a adotar o cavalo, após contatos com espanhóis. Os comanches firmaram vários acordos de paz com o governo americano, que jamais impediu que os territórios da tribo fossem invadidos
Retirado de:
http://mundoestranho.abril.com.br/historia/pergunta_286876.shtml
terça-feira, 20 de julho de 2010
CURSO "APRENDIZAGEM E EDUCAÇÃO, A PARTIR DOS FUNDAMENTOS BIOLÓGICO-CULTURAIS"
INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O CURSO
“Aprendizagem e educação, a partir dos fundamentos biológico-culturais”
*com Ignacio Muñoz Cristi
A UMAPAZ oferece o curso “Aprendizagem e educação, a partir dos fundamentos biológico-culturais”, destinado a professores, pesquisadores e profissionais da educação que desejem ampliar a visão tradicional da aprendizagem e entender o fenômeno da educação em sua totalidade, a partir de uma perspectiva sistêmica.
As aulas serão realizadas nos dias 29 de julho e 05 de agosto (quinta-feira) das 14h às 18h. São 80 vagas e os interessados devem preencher a ficha de inscrição abaixo e enviá-la para o e-mail inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br
Segundo o antropólogo chileno Ignacio Muñoz Cristi, facilitador do curso, a partir da compreensão biológico-cultural do ser humano podemos constatar que a educação não é a mera transmissão de informações ou do conhecimento, mas sim uma transformação na convivência a partir do acolhimento e da escuta do outro.
A aprendizagem se faz como um caminho para a aquisição de habilidades no fazer e conviver, onde o educador percebe as capacidades e habilidades do aprendiz para expandir sua visão, convidando-o a ampliar reflexões e coordenações de fazeres.
Para Ignácio, as dificuldades na educação, se não ocorrem por algum dano fisiológico, decorrem fundamentalmente de problemas no emocional. Meninos, meninas e jovens se transformam em seu contínuo crescimento, de acordo com os adultos com quem convivem e, como diz Humberto Maturana, eles não são o futuro da humanidade. Assim, a tarefa educativa deve oferecer o espaço necessário para que os jovens se transformem em pessoas adultas, que podem viver espontaneamente no respeito por si mesmo, com autonomia em suas reflexões e ações, capaz de gerar uma convivência responsável com consciência ética e social.
Sobre Ignacio Muñoz Cristi
Antropólogo, professor, pesquisador e consultor. Pertence a linha de biólogos culturais educados por Humberto Maturana e Ximena D’Ávila. É membro da equipe docente do grupo de gestão organizacional e coordenador de projetos do Instituto de Formación Matríztica (Escuela Matríztica), onde se formou em antropologia.
Bibliografia
1.Maturana, H. Reflexões: a deriva ontogenética ou conteúdo. Arch Biol Exp Med 15: 261- 271, 1982.
2.Maturana, H. Ontologia Chat. Revista Terapia Psicológica, Ano VII N. 10, pp.15-23, 1.988.
3.Maturana, H. Emoções e Linguagem na educação e na política. Ed Hachette, Santiago, 1990. Ed Dolmen, Santiago, 1.ed. 1990, 2.ed., 1990.
4.Maturana, HR, Davila, X. Educador Social. In: figuras e passagens da complexidade da Educação. Guada e coords Battles. Espanha Instituto Paulo Freire. 2008.
5.Maturana, H., Davila, X. O que fazemos para educar?. Livro para a conferência da UNESCO. 2005. Z Matri Training Institute.
Serviço: Curso “Aprendizagem e educação, a partir dos fundamentos biológico-culturais”.
Dias e Horário: 29 de julho e 05 de agosto (quinta-feira), das 14h às 18h.
Público focalizado: professores, pesquisadores e profissionais da educação.
Facilitador: Ignácio Muñoz Cristi
Coordenação: Eveline Limaverde
Vagas: 80 – HAVERÁ SELEÇÃO
Inscrições: Preencha e envie a ficha abaixo para: inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br
FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO
Curso: “Aprendizagem e educação, a partir dos fundamentos biológico-culturais”
Envie preenchido para inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br
1. NOME COMPLETO:
2. Idade3. Sexo ( ) M ( ) F
4. RG nº Órgão: UF: 5. CPF nº
6. Escolaridade ( ) Ensino Médio ( ) Ensino Superior
7. Área de formação:
8. Setor em que trabalha: Empresa privada ( ) Organização não governamental ( )
Órgão Público ( )
9. Se Conselheiro, em que CADES Regional exerce a função:
10. Se profissional da área ambiental, qual atividade que exerce atualmente:
11. Se servidor público, informe Nº RF e local onde exerce atividades:
12. Se educador, instituição em que exerce a função:
13. Endereço residencial:
14. Bairro: 15. CEP:
16. Região: ( ) Norte ( ) Sul ( ) Leste ( ) Oeste ( ) Centro ( ) Outro Município
17. E-mail:
18. Telefone fixo: 19. Telefone celular:
20. Por que deseja participar deste curso?
“Aprendizagem e educação, a partir dos fundamentos biológico-culturais”
*com Ignacio Muñoz Cristi
A UMAPAZ oferece o curso “Aprendizagem e educação, a partir dos fundamentos biológico-culturais”, destinado a professores, pesquisadores e profissionais da educação que desejem ampliar a visão tradicional da aprendizagem e entender o fenômeno da educação em sua totalidade, a partir de uma perspectiva sistêmica.
As aulas serão realizadas nos dias 29 de julho e 05 de agosto (quinta-feira) das 14h às 18h. São 80 vagas e os interessados devem preencher a ficha de inscrição abaixo e enviá-la para o e-mail inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br
Segundo o antropólogo chileno Ignacio Muñoz Cristi, facilitador do curso, a partir da compreensão biológico-cultural do ser humano podemos constatar que a educação não é a mera transmissão de informações ou do conhecimento, mas sim uma transformação na convivência a partir do acolhimento e da escuta do outro.
A aprendizagem se faz como um caminho para a aquisição de habilidades no fazer e conviver, onde o educador percebe as capacidades e habilidades do aprendiz para expandir sua visão, convidando-o a ampliar reflexões e coordenações de fazeres.
Para Ignácio, as dificuldades na educação, se não ocorrem por algum dano fisiológico, decorrem fundamentalmente de problemas no emocional. Meninos, meninas e jovens se transformam em seu contínuo crescimento, de acordo com os adultos com quem convivem e, como diz Humberto Maturana, eles não são o futuro da humanidade. Assim, a tarefa educativa deve oferecer o espaço necessário para que os jovens se transformem em pessoas adultas, que podem viver espontaneamente no respeito por si mesmo, com autonomia em suas reflexões e ações, capaz de gerar uma convivência responsável com consciência ética e social.
Sobre Ignacio Muñoz Cristi
Antropólogo, professor, pesquisador e consultor. Pertence a linha de biólogos culturais educados por Humberto Maturana e Ximena D’Ávila. É membro da equipe docente do grupo de gestão organizacional e coordenador de projetos do Instituto de Formación Matríztica (Escuela Matríztica), onde se formou em antropologia.
Bibliografia
1.Maturana, H. Reflexões: a deriva ontogenética ou conteúdo. Arch Biol Exp Med 15: 261- 271, 1982.
2.Maturana, H. Ontologia Chat. Revista Terapia Psicológica, Ano VII N. 10, pp.15-23, 1.988.
3.Maturana, H. Emoções e Linguagem na educação e na política. Ed Hachette, Santiago, 1990. Ed Dolmen, Santiago, 1.ed. 1990, 2.ed., 1990.
4.Maturana, HR, Davila, X. Educador Social. In: figuras e passagens da complexidade da Educação. Guada e coords Battles. Espanha Instituto Paulo Freire. 2008.
5.Maturana, H., Davila, X. O que fazemos para educar?. Livro para a conferência da UNESCO. 2005. Z Matri Training Institute.
Serviço: Curso “Aprendizagem e educação, a partir dos fundamentos biológico-culturais”.
Dias e Horário: 29 de julho e 05 de agosto (quinta-feira), das 14h às 18h.
Público focalizado: professores, pesquisadores e profissionais da educação.
Facilitador: Ignácio Muñoz Cristi
Coordenação: Eveline Limaverde
Vagas: 80 – HAVERÁ SELEÇÃO
Inscrições: Preencha e envie a ficha abaixo para: inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br
FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO
Curso: “Aprendizagem e educação, a partir dos fundamentos biológico-culturais”
Envie preenchido para inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br
1. NOME COMPLETO:
2. Idade3. Sexo ( ) M ( ) F
4. RG nº Órgão: UF: 5. CPF nº
6. Escolaridade ( ) Ensino Médio ( ) Ensino Superior
7. Área de formação:
8. Setor em que trabalha: Empresa privada ( ) Organização não governamental ( )
Órgão Público ( )
9. Se Conselheiro, em que CADES Regional exerce a função:
10. Se profissional da área ambiental, qual atividade que exerce atualmente:
11. Se servidor público, informe Nº RF e local onde exerce atividades:
12. Se educador, instituição em que exerce a função:
13. Endereço residencial:
14. Bairro: 15. CEP:
16. Região: ( ) Norte ( ) Sul ( ) Leste ( ) Oeste ( ) Centro ( ) Outro Município
17. E-mail:
18. Telefone fixo: 19. Telefone celular:
20. Por que deseja participar deste curso?
Oficina “VALORES DA CULTURA INDÍGENA"
INSCRIÇÕES ABERTAS: OFICINA "VALORES DA CULTURA INDÍGENA"
“Somos uma continuação de nossas raízes, somos o tronco, deixaremos frutos, que serão novas raízes e novos troncos e futuros frutos.”
(Kaká Werá)
A UMAPAZ (Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz) promove nos dias 12, 19 e 26 de agosto; 02, 09, 16, 23 e 30 de setembro, (às quintas-feiras) das 14h às 17h, a Oficina "Valores da Cultura Indígena", aberto a todos os interessados. As aulas serão ministradas por Samuel Souza de Paula.
A oficina, com carga horária total de 24 horas, tem por objetivo estimular práticas ancestrais e modernas de integração harmoniosa com o meio ambiente, além de propagar a cultura de paz por meio de mitos, símbolos, ritos transculturais e suas correspondências atuais.
O professor Samuel Souza de Paula é estudioso do comportamento humano, desenvolve trabalhos de integração do corpo, mente e espírito. Possui formação Master em PNL - Programação Neurolinguística. É coordenador do Ciclo de Estudos Xamânicos "Espírito de Gaia", participante de Danças Nativas pela Paz e Danças Circulares Sagradas. Membro do programa "Gente que Faz a Paz" - Unesco (Programa Pedagógico "Educação para Paz nas Escolas").
Conteúdo Programático:
· Dia 12/08/10 - O Poder do Mito: introdução à sabedoria dos povos
· Dia 19/08/10 - Consciência da Canção Pessoal: sensibilização, sons e cantos nativos
· Dia 26/08/10 – Fundamentos da Natureza: conexões com o ser
· Dia 02/09/10 - Mitologia Pessoal e os Valores da Cultura Indígena
· Dia 09/09/10 – Visão Sistêmica: interdependência e berçário de vida
· Dia 16/09/10 - Ritos de Passagem: arquétipos da mudança no cotidiano
· Dia 23/09/10 - Os seis pilares da paz e as sementes da educação pacífica
· Dia 30/09/10 - Dinâmicas Integrativas: danças, histórias, sons e silêncio
Bibliografia:
ARRIEN, Angeles - O Caminho Quádruplo: Trilhando os caminhos do guerreiro, do mestre, do curador e do visionário. São Paulo, Ed. Ágora, 1997.
CAMPBELL, Joseph - O Poder do Mito. São Paulo, Ed. Palas Athena, 1990.
STEIN, Murray - Jung: O Mapa da Alma. São Paulo, Ed. Cultrix, 2004.
JARES, Xesús R. - Educar em Tempos Difíceis. São Paulo, Ed. Palas Athena, 2007.
HANK, Thich Nhât - Para Viver em Paz: O milagre da mente alerta. Petrópolis, Editora Vozes, 1986.
DISKIN, Lia - Paz, como se faz?: Semeando cultura de paz nas escolas. Brasília: UNESCO, Ed. Palas Athena, 2007.
WEIL, Pierre - A Arte de Viver em Paz. São Paulo: Ed. Gente, 1990.
Serviço: Oficina Valores da Cultura Indígena
Coordenação: Angélica Berenice de Almeida e Estela Maria G.P. Gomes
Oficineiro: Samuel Souza de Paula
Público focalizado: professor, educador ambiental, arte educador e estudantes de áreas afins.
Dias: 12,19 e 26 de agosto e 02, 09, 16, 23 e 30 de setembro (quintas-feiras)
Horário: 14h às 17h
Carga horária total: 24 horas
Vagas: 40 (serão contemplados a participar da seleção os primeiros 100 inscritos)
Local: UMAPAZ – Universidade Livre do Meio Ambiente e Cultura de Paz
End.: Avenida IV Centenário, 1268 Portão 7-A - Parque Ibirapuera
Inscrições: pelo e-mail: inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br
FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO
VALORES DA CULTURA INDÍGENA
Envie preenchido para:
inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br
1. Nome completo:
2. Idade:
3. Sexo: ( ) M ( ) F
4. RG nº órgão: UF: 5. CPF nº
5. Escolaridade: ( ) Ensino Médio ( ) Ensino Superior
6. Área de formação:
7. Setor em que trabalha:
Empresa privada ( ) Organização não governamental ( ) Estado ( )
8. Se servidor público, por favor, informe número RF:
9. Profissão/atividade que exerce atualmente:
10. Se educador, instituição em que exerce a função:
11. Endereço residencial:
12. Região: Bairro: 13. CEP
14. E-mail:
15. Telefone fixo: 16. Telefone celular:
“Somos uma continuação de nossas raízes, somos o tronco, deixaremos frutos, que serão novas raízes e novos troncos e futuros frutos.”
(Kaká Werá)
A UMAPAZ (Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz) promove nos dias 12, 19 e 26 de agosto; 02, 09, 16, 23 e 30 de setembro, (às quintas-feiras) das 14h às 17h, a Oficina "Valores da Cultura Indígena", aberto a todos os interessados. As aulas serão ministradas por Samuel Souza de Paula.
A oficina, com carga horária total de 24 horas, tem por objetivo estimular práticas ancestrais e modernas de integração harmoniosa com o meio ambiente, além de propagar a cultura de paz por meio de mitos, símbolos, ritos transculturais e suas correspondências atuais.
O professor Samuel Souza de Paula é estudioso do comportamento humano, desenvolve trabalhos de integração do corpo, mente e espírito. Possui formação Master em PNL - Programação Neurolinguística. É coordenador do Ciclo de Estudos Xamânicos "Espírito de Gaia", participante de Danças Nativas pela Paz e Danças Circulares Sagradas. Membro do programa "Gente que Faz a Paz" - Unesco (Programa Pedagógico "Educação para Paz nas Escolas").
Conteúdo Programático:
· Dia 12/08/10 - O Poder do Mito: introdução à sabedoria dos povos
· Dia 19/08/10 - Consciência da Canção Pessoal: sensibilização, sons e cantos nativos
· Dia 26/08/10 – Fundamentos da Natureza: conexões com o ser
· Dia 02/09/10 - Mitologia Pessoal e os Valores da Cultura Indígena
· Dia 09/09/10 – Visão Sistêmica: interdependência e berçário de vida
· Dia 16/09/10 - Ritos de Passagem: arquétipos da mudança no cotidiano
· Dia 23/09/10 - Os seis pilares da paz e as sementes da educação pacífica
· Dia 30/09/10 - Dinâmicas Integrativas: danças, histórias, sons e silêncio
Bibliografia:
ARRIEN, Angeles - O Caminho Quádruplo: Trilhando os caminhos do guerreiro, do mestre, do curador e do visionário. São Paulo, Ed. Ágora, 1997.
CAMPBELL, Joseph - O Poder do Mito. São Paulo, Ed. Palas Athena, 1990.
STEIN, Murray - Jung: O Mapa da Alma. São Paulo, Ed. Cultrix, 2004.
JARES, Xesús R. - Educar em Tempos Difíceis. São Paulo, Ed. Palas Athena, 2007.
HANK, Thich Nhât - Para Viver em Paz: O milagre da mente alerta. Petrópolis, Editora Vozes, 1986.
DISKIN, Lia - Paz, como se faz?: Semeando cultura de paz nas escolas. Brasília: UNESCO, Ed. Palas Athena, 2007.
WEIL, Pierre - A Arte de Viver em Paz. São Paulo: Ed. Gente, 1990.
Serviço: Oficina Valores da Cultura Indígena
Coordenação: Angélica Berenice de Almeida e Estela Maria G.P. Gomes
Oficineiro: Samuel Souza de Paula
Público focalizado: professor, educador ambiental, arte educador e estudantes de áreas afins.
Dias: 12,19 e 26 de agosto e 02, 09, 16, 23 e 30 de setembro (quintas-feiras)
Horário: 14h às 17h
Carga horária total: 24 horas
Vagas: 40 (serão contemplados a participar da seleção os primeiros 100 inscritos)
Local: UMAPAZ – Universidade Livre do Meio Ambiente e Cultura de Paz
End.: Avenida IV Centenário, 1268 Portão 7-A - Parque Ibirapuera
Inscrições: pelo e-mail: inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br
FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO
VALORES DA CULTURA INDÍGENA
Envie preenchido para:
inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br
1. Nome completo:
2. Idade:
3. Sexo: ( ) M ( ) F
4. RG nº órgão: UF: 5. CPF nº
5. Escolaridade: ( ) Ensino Médio ( ) Ensino Superior
6. Área de formação:
7. Setor em que trabalha:
Empresa privada ( ) Organização não governamental ( ) Estado ( )
8. Se servidor público, por favor, informe número RF:
9. Profissão/atividade que exerce atualmente:
10. Se educador, instituição em que exerce a função:
11. Endereço residencial:
12. Região: Bairro: 13. CEP
14. E-mail:
15. Telefone fixo: 16. Telefone celular:
sexta-feira, 16 de julho de 2010
LINDA MENSAGEM DE REFLEXÃO DE CHICO XAVIER
Linda Mensagem de reflexão
Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO, mesmo sabendo que as rosas não falam...
Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera não é assim tão alegre...
Que eu não perca a VONTADE DE VIVER, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa...
Que eu não perca a vontade de TER GRANDES AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo,eles acabam indo embora de nossas vidas...
Que eu não perca a vontade de AJUDAR AS PESSOAS, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda...
Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia...
Que eu não perca a VONTADE DE AMAR, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim...
Que eu não perca a LUZ e o BRILHO NO OLHAR, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo, escurecerão meus olhos...
Que eu não perca a GARRA, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos...
Que eu não perca a RAZÃO, mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas.
Que eu não perca o SENTIMENTO DE JUSTIÇA, mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu...
Que eu não perca o meu FORTE ABRAÇO, mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos...
Que eu não perca a BELEZA E A ALEGRIA DE VER, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma...
Que eu não perca o AMOR POR MINHA FAMÍLIA, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia...
Que eu não perca a vontade de DOAR ESTE ENORME AMOR que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado...
Que eu não perca a vontade de SER GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno... E acima de tudo... Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente...
Chico Xavier Locução: Roberto Barreto
Retirado de:
http://www.youtube.com/watch?v=ToTNgwRoR...
Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO, mesmo sabendo que as rosas não falam...
Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera não é assim tão alegre...
Que eu não perca a VONTADE DE VIVER, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa...
Que eu não perca a vontade de TER GRANDES AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo,eles acabam indo embora de nossas vidas...
Que eu não perca a vontade de AJUDAR AS PESSOAS, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda...
Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia...
Que eu não perca a VONTADE DE AMAR, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim...
Que eu não perca a LUZ e o BRILHO NO OLHAR, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo, escurecerão meus olhos...
Que eu não perca a GARRA, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos...
Que eu não perca a RAZÃO, mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas.
Que eu não perca o SENTIMENTO DE JUSTIÇA, mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu...
Que eu não perca o meu FORTE ABRAÇO, mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos...
Que eu não perca a BELEZA E A ALEGRIA DE VER, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma...
Que eu não perca o AMOR POR MINHA FAMÍLIA, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia...
Que eu não perca a vontade de DOAR ESTE ENORME AMOR que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado...
Que eu não perca a vontade de SER GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno... E acima de tudo... Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente...
Chico Xavier Locução: Roberto Barreto
Retirado de:
http://www.youtube.com/watch?v=ToTNgwRoR...
quarta-feira, 14 de julho de 2010
FUNAI - FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO
FUNAI é o órgão do governo brasileiro que estabelece e executa a Política Indigenista no Brasil, dando cumprimento ao que determina a Constituição de 1988.
FUNAI - Fundação Nacional do Índio
A Fundação Nacional do Índio - FUNAI é o órgão do governo brasileiro que estabelece e executa a Política Indigenista no Brasil, dando cumprimento ao que determina a Constituição de 1988.
Na prática, significa que compete à FUNAI promover a educação básica aos índios, demarcar, assegurar e proteger as terras por eles tradicionalmente ocupadas, estimular o desenvolvimento de estudos e levantamentos sobre os grupos indígenas. A Fundação tem, ainda, a responsabilidade de defender as Comunidades Indígenas, de despertar o interesse da sociedade nacional pelos índios e suas causas, gerir o seu patrimônio e fiscalizar as suas terras, impedindo as ações predatórias de garimpeiros, posseiros, madeireiros e quaisquer outras que ocorram dentro de seus limites e que representem um risco à vida e à preservação desses povos.
A FUNAI é integrada por um Edifício - Sede, 45 Administrações Regionais, 14 Núcleos de Apoio Indígena e o Museu do Índio no Rio de Janeiro, 10 Postos de Vigilância e 344 Postos Indígenas, distribuídos em diferentes pontos do País. Localizada em Brasília, a sede compreende Presidência, Procuradoria Geral, Auditoria, três Diretorias, quatro Coordenações Gerais e treze Departamentos.
Fundação Nacional do Índio - FUNAI
SEPS Quadra 702/902
Projeção A, ed. Lex
70.390-025 - Brasília/DF
FUNAI - Fundação Nacional do Índio
Retirado de:
http://ambientes.ambientebrasil.com.br/indios/funai/funai_-_fundacao_nacional_do_indio.html
FUNAI - Fundação Nacional do Índio
A Fundação Nacional do Índio - FUNAI é o órgão do governo brasileiro que estabelece e executa a Política Indigenista no Brasil, dando cumprimento ao que determina a Constituição de 1988.
Na prática, significa que compete à FUNAI promover a educação básica aos índios, demarcar, assegurar e proteger as terras por eles tradicionalmente ocupadas, estimular o desenvolvimento de estudos e levantamentos sobre os grupos indígenas. A Fundação tem, ainda, a responsabilidade de defender as Comunidades Indígenas, de despertar o interesse da sociedade nacional pelos índios e suas causas, gerir o seu patrimônio e fiscalizar as suas terras, impedindo as ações predatórias de garimpeiros, posseiros, madeireiros e quaisquer outras que ocorram dentro de seus limites e que representem um risco à vida e à preservação desses povos.
A FUNAI é integrada por um Edifício - Sede, 45 Administrações Regionais, 14 Núcleos de Apoio Indígena e o Museu do Índio no Rio de Janeiro, 10 Postos de Vigilância e 344 Postos Indígenas, distribuídos em diferentes pontos do País. Localizada em Brasília, a sede compreende Presidência, Procuradoria Geral, Auditoria, três Diretorias, quatro Coordenações Gerais e treze Departamentos.
Fundação Nacional do Índio - FUNAI
SEPS Quadra 702/902
Projeção A, ed. Lex
70.390-025 - Brasília/DF
FUNAI - Fundação Nacional do Índio
Retirado de:
http://ambientes.ambientebrasil.com.br/indios/funai/funai_-_fundacao_nacional_do_indio.html
terça-feira, 6 de julho de 2010
INDIOS DA AMAZÓNIA
Introdução
Um povo que historicamente manejou os recursos naturais, provocando poucas perturbações ambientais até a chegada dos conquistadores europeus. Embora vários tenham se envolvido com formas predatórias de exploração desses recursos deve-se reconhecer que o fizeram submetidos a pressões. Ainda se estuda a possibilidade do ambiente sustentável, uma hipótese para os índios equacionarem no futuro o domínio de terras. Reduzidos em população e sempre sujeitos a frentes de expansão económica, seguem em busca de um lugar nos projectos de futuro nos países onde sobrevivem. Estima-se que na época dos descobrimentos, 5 milhões de índios habitavam o território brasileiro. Hoje são pelo menos 350 mil índios.
Como Vivem Hoje os Índios da Amazónia?
TRIBOS ISOLADAS
Alguns povos indígenas, desde a época dos Descobrimentos, mantiveram-se afastados de todas as transformações ocorridas no País. Eles mantêm as tradições culturais de seus antepassados e sobrevivem da caça, pesca, colecta e agricultura incipiente, isolados do convívio com a sociedade nacional e com outros grupos indígenas.
Os índios isolados defendem bravamente seu território e são os verdadeiros guardiães da floresta: a sua presença é fundamental para conter o avanço da fronteira agropecuária e das acções predatórias do homem. Quando não conseguem defender mais o seu território contra os invasores dos seus domínios, recuam para regiões mais distantes, na esperança de sobreviver, escondendo-se para sempre. Apoiar estas comunidades e projectos locais é a melhor estratégia de futuro para a região.
Sabe-se que alguns factores são fundamentais para possibilitar a existência futura destes grupos. Entre eles, a demarcação das terras onde vivem e a protecção ao meio ambiente, de forma a garantir sua sobrevivência física e cultural.
SITUAÇÃO ACTUAL
"Índio: Parcela da população brasileira que apresenta problemas de inadaptação à sociedade, motivados pela conservação de costumes, hábitos ou meras lealdades que a vinculam a uma tradição pré-colombiana"
Definição de Darcy Ribeiro
No Brasil vivem cerca de 358 mil índios, distribuídos entre 225 povos, que perfazem cerca de 0,2% da população brasileira. Além destes, há entre 100 e 190 mil vivendo fora das terras indígenas, inclusive em áreas urbanas. Há também indícios da existência de mais-ou-menos 53 grupos ainda não contactados (isolados).
QUE PROBLEMAS ENFRENTAM?
PROBLEMAS INTERNOS (COMUNIDADES)
Muita mortalidade, causada por diversos factores:
. Baixa expectativa de vida, aproximadamente 48 anos, enquanto a expectativa de vida dos brasileiros não índios, segundo a Organização Mundial da Saúde, 67 anos;
. Não assistência/ajuda no parto e posterior alimentação incompleta em termos vitamínicos contribuem para a mortalidade infantil;
. Deficiências físicas e mentais;
. Vírus da SIDA;
. Suicídios;
. falta de assistência médica com medicamentos eficazes para cada tipo de doenças.
. (…)
PROBLEMAS EXTERNOS
. Os incêndios e/ou desflorestação são problemas com que os índios lidam diariamente, e que em nada são benéficos: ficam sem alimento e local para viver.
. (…)
QUE PERIGOS CORREM?
. As denúncias sobre a prostituição de índias estão a aumentar;
. Muitos são escravizados;
. São expulsos para longe das suas terras e família;
. Sofrem perseguições;
. (…)
Que soluções foram encontradas oara estes problemas?
Em vez de internacionalizar a Amazónia,
vamos amazonizar o mundo
Em 1992, quando uma conferência mundial no Rio de Janeiro reconheceu que o futuro do planeta dependeria do meio ambiente, movimentos sociais ecoaram em todos os continentes que esse futuro ambiental também estava ligado com uma outra justiça social e cultural. No Brasil, centenas de entidades populares e técnicas da Amazónia uniram-se numa rede denominada Grupo de Trabalho Amazónico (GTA) criada para promover a participação das comunidades da floresta nas políticas de desenvolvimento sustentável. A Rede GTA é formada por dezasseis colectivos regionais em nove estados brasileiros que ocupam mais da metade do tamanho do país.
Com um grande número de projectos e mobilizações gerando novas políticas e atitudes ao lado de seus parceiros e outros fóruns sócio-ambientais, a rede mostra que os maiores guardiães da biodiversidade e do futuro estão nas comunidades das matas, nos litorais, nos rios, nas florestas e demais remanescentes naturais. E que a cooperação dos povos nativos e tradicionais é essencial para encontrar o rumo da sustentabilidade, palavra-irmã da dignidade e da cidadania que implica em mudanças também dos moradores das cidades com o seu consumo, com as suas escolhas, com a sua cultura.
Qual a Relação que podemos estabelecer com o sermão de Stº António aos Peixes?
«Peixes! Quanto mais longe dos homens, tanto melhor; trato e familiaridade com eles, Deus vos livre.»
Padre António Vieira aplicou esta frase como sendo uma virtude dos peixes, sendo assim, quanto mais eles se aproximassem do Homem, mais “infectados” fiariam. Aplique-mos agora isto nos Índios: Para que o Índio (actual) não mude aquilo em que acredita, os seus valores, crenças, tradições, etc. é melhor não ter contacto com os restantes humanos, isto é, o “homem da cidade”.
Retirado de:
http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/portugues/portugues_trabalhos/indiosdaamazoniahoje.htm
Um povo que historicamente manejou os recursos naturais, provocando poucas perturbações ambientais até a chegada dos conquistadores europeus. Embora vários tenham se envolvido com formas predatórias de exploração desses recursos deve-se reconhecer que o fizeram submetidos a pressões. Ainda se estuda a possibilidade do ambiente sustentável, uma hipótese para os índios equacionarem no futuro o domínio de terras. Reduzidos em população e sempre sujeitos a frentes de expansão económica, seguem em busca de um lugar nos projectos de futuro nos países onde sobrevivem. Estima-se que na época dos descobrimentos, 5 milhões de índios habitavam o território brasileiro. Hoje são pelo menos 350 mil índios.
Como Vivem Hoje os Índios da Amazónia?
TRIBOS ISOLADAS
Alguns povos indígenas, desde a época dos Descobrimentos, mantiveram-se afastados de todas as transformações ocorridas no País. Eles mantêm as tradições culturais de seus antepassados e sobrevivem da caça, pesca, colecta e agricultura incipiente, isolados do convívio com a sociedade nacional e com outros grupos indígenas.
Os índios isolados defendem bravamente seu território e são os verdadeiros guardiães da floresta: a sua presença é fundamental para conter o avanço da fronteira agropecuária e das acções predatórias do homem. Quando não conseguem defender mais o seu território contra os invasores dos seus domínios, recuam para regiões mais distantes, na esperança de sobreviver, escondendo-se para sempre. Apoiar estas comunidades e projectos locais é a melhor estratégia de futuro para a região.
Sabe-se que alguns factores são fundamentais para possibilitar a existência futura destes grupos. Entre eles, a demarcação das terras onde vivem e a protecção ao meio ambiente, de forma a garantir sua sobrevivência física e cultural.
SITUAÇÃO ACTUAL
"Índio: Parcela da população brasileira que apresenta problemas de inadaptação à sociedade, motivados pela conservação de costumes, hábitos ou meras lealdades que a vinculam a uma tradição pré-colombiana"
Definição de Darcy Ribeiro
No Brasil vivem cerca de 358 mil índios, distribuídos entre 225 povos, que perfazem cerca de 0,2% da população brasileira. Além destes, há entre 100 e 190 mil vivendo fora das terras indígenas, inclusive em áreas urbanas. Há também indícios da existência de mais-ou-menos 53 grupos ainda não contactados (isolados).
QUE PROBLEMAS ENFRENTAM?
PROBLEMAS INTERNOS (COMUNIDADES)
Muita mortalidade, causada por diversos factores:
. Baixa expectativa de vida, aproximadamente 48 anos, enquanto a expectativa de vida dos brasileiros não índios, segundo a Organização Mundial da Saúde, 67 anos;
. Não assistência/ajuda no parto e posterior alimentação incompleta em termos vitamínicos contribuem para a mortalidade infantil;
. Deficiências físicas e mentais;
. Vírus da SIDA;
. Suicídios;
. falta de assistência médica com medicamentos eficazes para cada tipo de doenças.
. (…)
PROBLEMAS EXTERNOS
. Os incêndios e/ou desflorestação são problemas com que os índios lidam diariamente, e que em nada são benéficos: ficam sem alimento e local para viver.
. (…)
QUE PERIGOS CORREM?
. As denúncias sobre a prostituição de índias estão a aumentar;
. Muitos são escravizados;
. São expulsos para longe das suas terras e família;
. Sofrem perseguições;
. (…)
Que soluções foram encontradas oara estes problemas?
Em vez de internacionalizar a Amazónia,
vamos amazonizar o mundo
Em 1992, quando uma conferência mundial no Rio de Janeiro reconheceu que o futuro do planeta dependeria do meio ambiente, movimentos sociais ecoaram em todos os continentes que esse futuro ambiental também estava ligado com uma outra justiça social e cultural. No Brasil, centenas de entidades populares e técnicas da Amazónia uniram-se numa rede denominada Grupo de Trabalho Amazónico (GTA) criada para promover a participação das comunidades da floresta nas políticas de desenvolvimento sustentável. A Rede GTA é formada por dezasseis colectivos regionais em nove estados brasileiros que ocupam mais da metade do tamanho do país.
Com um grande número de projectos e mobilizações gerando novas políticas e atitudes ao lado de seus parceiros e outros fóruns sócio-ambientais, a rede mostra que os maiores guardiães da biodiversidade e do futuro estão nas comunidades das matas, nos litorais, nos rios, nas florestas e demais remanescentes naturais. E que a cooperação dos povos nativos e tradicionais é essencial para encontrar o rumo da sustentabilidade, palavra-irmã da dignidade e da cidadania que implica em mudanças também dos moradores das cidades com o seu consumo, com as suas escolhas, com a sua cultura.
Qual a Relação que podemos estabelecer com o sermão de Stº António aos Peixes?
«Peixes! Quanto mais longe dos homens, tanto melhor; trato e familiaridade com eles, Deus vos livre.»
Padre António Vieira aplicou esta frase como sendo uma virtude dos peixes, sendo assim, quanto mais eles se aproximassem do Homem, mais “infectados” fiariam. Aplique-mos agora isto nos Índios: Para que o Índio (actual) não mude aquilo em que acredita, os seus valores, crenças, tradições, etc. é melhor não ter contacto com os restantes humanos, isto é, o “homem da cidade”.
Retirado de:
http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/portugues/portugues_trabalhos/indiosdaamazoniahoje.htm
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