sexta-feira, 4 de março de 2011

ÍNDIOS AMERICANOS: APACHES

Provavelmente todas as pessoas já ouviram falar dos índios americanos mesmo que sem querer, eles aparecem em desenhos, filmes e tudo que se baseia no velho oeste então para que você conheça um pouco mais do que vê na TV vamos explicar melhor.

Eles sempre foram conhecidos como os peles vermelhas e desde a chegada dos brancos passaram a ter seu número de habitantes completamente diminuído, hoje em dia não somam de se quer 1,5 milhões de pessoas nos Estados Unidos e 200 mil no Canadá.
Além das guerras e conflitos que eles tiveram com os brancos o modo de vida que a eles foram impostos foi crucial para que a sua população diminuísse de maneira significativa, os brancos passaram a ocupar os locais onde viviam as manadas de bisões que eram recursos fundamentais para a sobrevivência desse povo, hoje com os recursos do governo pagam com o isolamento do resto dos habitantes para sobreviver.

Os locais onde eles vivem é completamente conhecido por ter pontos de visitação como as Montanhas Rochosas, que é um sistema montanhoso da América do norte, é a terceira maior em cumprimento ficando atrás apenas das Cordilheiras dos Andes e do Himalaia, no lado oposto aos Indígenas tem os montes Apalaches que é bem mais moderado em questões de tamanho.

Os locais onde esses índios ainda podem ser encontrados é próximo ao Rio Missouri que tem uma extensão de 5970 km, os Estados Unidos ainda tem mais 5 lagos que abrigam esse povo a maioria deles estão na divisa entre os Estados Unidos e o Canadá.

A distribuição da população nos Estados Unidos não teve muito haver com os índios Apaches, pois como dissemos a cima eles entraram em conflitos com os imigrantes e logo foram perdendo as batalhas por não terem armas do mesmo porte que as de quem vinha de fora, muito provavelmente assim como no Brasil foram usados métodos que os índios não conheciam para que fossem eliminados, algo como as doenças que eles ainda não conheciam.

Já no México a população mestiça é de 55% enquanto as do grupo indígena atinge 29%, por isso pode se dizer que por lá o número de habitantes indígenas pode crescer e aumentar com mais facilidade do que nos Estados Unidos.

Mesmo sem ter uma organização muito centralizada os Apaches tiveram grandes chefes ao longo de suas histórias, e os principais deles foram Cochise e Geronimo que juntaram seu povo e travaram diversas guerras sangrentas contra os espanhóis, mexicanos e americanos tudo isso após os vários fracassos de acordo de paz entre eles. Com o passar do tempo perderam as guerras e foram levados para locais onde puderam morar em paz até hoje em dia como é nos locais que citamos acima.

Hoje em dia a maior batalha que eles travam é por recuperar a caveira de Geronimo que foi encontrada por pesquisadores e levada para um museu, isso causou muita ira nos povos Apaches, mas é quase impossível que eles recuperem os restos mortais de seu governante passado.

Retirado de:
http://www.blogers.com.br/indios-americanos-apaches/

quarta-feira, 28 de julho de 2010

CABOCLO e CENTRO ESPIRITUALISTA CABOCLO PERY

Caboclo é o mestiço de branco com índio; caboco, mameluco, cariboca, curiboca. Antiga designação do indígena brasileiro.

Retirado de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Caboclo

CENTRO ESPIRITUALISTA CABOCLO PERY

Templo de Umbanda - Regência de Oxoce
Fundado em 23 de setembro de 1998
Rua 21 Quadra 30 Lote 10 - Loteamento Maravista - Itaipu - Niterói/RJ

Dirigente: Mãe Iassan Ayporê

Apresentação

Somos um Terreiro de Umbanda. Simplesmente Umbanda. Sem fórmulas mágicas, muito menos tenda de milagres. E consideramos também que mais importante do que ficarmos presos a idéias pré-concebidas de escolas ditas iniciáticas de Umbanda, ou permanecermos presos a conceitos ultrapassados, é buscarmos fazer a caridade incondicional.

Não importa qual ritualística cada Terreiro de Umbanda siga. Não importa se "escrevem" Oxoce, Oxossi ou Oxosse. Não importa se consideram Nanã Orixá dono de "Ori" (coroa) ou não. Não importa se consideram mais Orixás ou menos Orixás... O que realmente deve importar quando se procura um Terreiro de Umbanda não é o Terreiro (se é bonito, feio, pobre, rico, etc), mas sim A UMBANDA! É claro, que o cuidado com que a obra física é tratada nos fala dos dirigentes e médiuns do terreiro, mas não nos fala de Caridade. O quanto de Caridade o terreiro pratica. Só indo e assistindo as sessões, as giras, observando como se trabalha, a disciplina, os objetivos, o amor. Não cobrando por absolutamente NADA. Não fazendo "trabalhinhos" de amarração, ou para trazer a "pessoa amada" de volta em "x" dias. Fazendo um trabalho constante de amor e fraternidade espiritual e material/social.

A Umbanda é uma religião absolutamente aberta que tem inúmeras diferenças de interpretação, que variam de região para região assim como de terreiro para terreiro. É com a ritualística que nos idenficamos ou não num primeiro momento, mas devemos lançar um olhar mais profundo e examinarmos melhor os objetivos da Casa. Se tem atabaques, se tem palmas, como é a abertura, o desenrolar da gira, a que a gira se destina. O "como" pode variar e varia muito. E é com o "como" que nos identificamos ou não. Mas isto não nos fala de Caridade também. Para um Terreiro poder se dizer de Umbanda, lá deve haver amor, compromisso com o próximo, caridade descompromissada, um trabalho constante de solidariedade, disciplina, respeito e estudo.

Existem inúmeros sites e livros que falam da "origem" da Umbanda. Uns falam que começou com Zélio de Moraes e o Caboclo das 7 Encruzilhadas, outros falam que veio da África, outros falam que começou na Atlântida... outros... Agora, cá entre nós... isto é realmente importante? Ou simplesmente, em alguns casos, puro preconceito ou vaidade? Por que sublinhei "em alguns casos"? Porque existem muitas pessoas honestas nos mais variados segmentos da Umbanda. Nas mais diversas "origens"... O importante é compreender que esta é a verdade de cada um e como tal deve ser respeitada.

Mas existem algumas coisas que em absoluto nós não podemos aceitar e muito menos respeitar... é que se cobre por qualquer coisa, não podemos aceitar trabalhos sob encomenda pagos... Não podemos aceitar a falta de compromisso com o Bem, não podemos aceitar que se coloquem como a única "salvação" para aquela alma, que se não realizar um "despacho" ali no seu terreiro, a vida não irá prá frente. Isto não é Umbanda!

No que acreditamos como origem da Umbanda? Como forma de culto oficial, que tenha começado com Zélio de Moraes. Mas como força? Desde que o mundo é mundo... já que a Umbanda é uma religião naturista, ou seja, cultua e tem como sua base a natureza. Quanto a Origem Africanista? Sim é claro que acreditamos nela, é só observar os vocábulos... os próprios nomes dos Orixás (a própria palavra Orixá).

Não nos propomos a sermos os "donos da verdade". Desejamos apenas divulgar a UMBANDA e não a nós mesmos. Desejamos apenas, através deste site, informar as pessoas que existe mais um terreiro de Umbanda, que pratica a caridade pela caridade. Um cantinho onde podemos encontrar os bons conselhos de um Preto Velho, as orientações enérgicas de um Caboclo, e as "dicas" de vida material dos Exus. Mas cada terreiro também tem a sua própria raiz, a sua própria história, e é isto que pretendemos mostrar um pouco aqui... a Nossa Raiz, a Nossa História.

Por tudo isto e muito mais eu digo: Seja bem-vindo ao cantinho virtual do Centro Espiritualista Caboclo Pery.

SARAVÁ UMBANDA!!!

Mãe Iassan Ayporê Pery

Dirigente do CECP

Retirado de:
http://www.caboclopery.com.br/

DEVIDO A UMA AMEAÇA À RESERVA DOS INDIGENAS

CB NOTÍCIAS: Índios fazem 100 funcionários reféns no Mato Grosso

Segundo coordenador da Funai, indígenas não ameaçaram matar os trabalhadores

Um grupo de cerca de 300 índios de 11 etnias diferentes ocuparam neste domingo (25) a usina hidrelétrica de Dardanelos, em Aripuanã, no Mato Grosso, e fizeram 100 operários reféns.

Equipados com facas e arcos, os indígenas retiveram os funcionário que trabalham na construção da usina e os prenderam em um alojamento. Segundo o coordenador regional da Funai (Fundação Nacional do Índio), Antonio Carlos Ferreira de Aquino, os índios não ameaçaram os funcionários.

- Os índios em nenhum momento ameaçaram suas vidas. Pediram tranquilamente que fossem para seus alojamentos.

Os indígenas reivindicam compensações por parte das autoridades pelo impacto social, cultural e ambiental da obra, localizada a 30 quilômetros de sua reserva. Aquino explicou que a empresa construtora “dinamitou” parte de um sítio arqueológico considerado sagrado pelos povos da região.

- Ao longo do tempo, os índios reivindicaram uma compensação, como prevê a lei de desmobilizações (de obras públicas). Como a hidroelétrica vai começar a operar no final deste ano, perderam a paciência.

O funcionário da Funai assegurou que as autoridades já decidiram fazer uma reunião na segunda-feira (26) com os índios para estudar suas reivindicações e negociar a libertação dos trabalhadores.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

QUAIS ERAM AS PRINCIPAIS TRIBOS DE ÍNDIOS DO VELHO OESTE?

por Roberto Navarro

Cheyennes, apaches, navajos, comanches, blackfeet e sioux eram algumas das principais nações indígenas nos Estados Unidos nos tempos do Velho Oeste, no século 19. Todas viviam na região conhecida como Grandes Planícies da América do Norte, uma vasta área que se estende do rio Mississípi em direção ao oeste do continente.

"Os povos das planícies são designados de acordo com os idiomas que falavam. Uma linguagem de sinais fornecia formas práticas, mas limitadas, de comunicação entre tribos de idiomas diferentes", diz a antropóloga americana Regina Flannery-Herzfeld, da Universidade Católica da América, em Washington.

Com a chegada do homem branco, os índios das planícies começaram a adquirir artigos como armas de fogo e tecidos, o que levou ao declínio das tradições e culturas nativas.

Quando viviam isolados da civilização, as tribos tinham como único bicho doméstico o cão, que servia principalmente como animal de carga, puxando uma espécie de trenó de madeira.

Os cavalos só se espalharam entre os índios americanos após contatos com os primeiros colonizadores espanhóis, ainda no século 16. A maior parte das nações era nômade, vivendo em acampamentos temporários e se deslocando à procura de alimento.

Tais grupos tinham como uma de suas principais atividades a caça de grandes animais, como antílopes, alces e, em especial, búfalos. "Na segunda metade do século 19, tribos que antes eram hostis entre si se uniram contra os forasteiros brancos. Às vezes, os índios eram bem-sucedidos em ataques, mas no final foram aniquilados e transferidos para reservas", afirma Regina.

Mergulhe nessa
Na livraria:

The Long Death: The Last Days of the Plains Indians, Ralph K. Andrist, Macmillan, 1964

Na internet:
www.dickshovel.com/up.html
www.tolatsga.org/Compacts.html

Últimos peles-vermelhas
Em meados do século 19, seis grandes tribos enfrentavam a invasão dos colonos brancos

CHEYENNES
Viviam na região do estado de Montana, no norte dos Estados Unidos. Nômades, montavam aldeias temporárias com cabanas cônicas, conhecidas como tepees. Por mais de 20 anos os cheyennes se envolveram em uma série de ataques aos brancos, além de se unirem a outras tribos contra a presença de colonos em seu território. Em 1876, os cheyennes se aliaram aos antigos inimigos sioux para aniquilar a Sétima Cavalaria, famosa tropa do Exército americano comandada pelo "general" Custer

SIOUX
Também chamados de dakotas, espalhavam-se pelos estados de Dakota do Norte e do Sul, no centro-norte dos Estados Unidos. Eram os mais agressivos contra os brancos e tinham cerimônias que incluíam rituais de tortura como prova de bravura. Num desses rituais, mostrado no filme Um Homem Chamado Cavalo (1970), o índio tinha a pele atravessada por pinos de madeira presos a cordas, que eram estendidas para erguer o corpo até gerar dilacerações. Os sioux resistiram aos brancos até 1890, quando foram massacrados

NAVAJOS
O mais populoso grupo de índios dos Estados Unidos vivia na região do Novo México (sul do país) e falava um idioma parecido com o de seus "primos" apaches. Tinham uma religião complexa, que incluía cerimônias com a criação de grandes pinturas no chão, feitas com flores e areia colorida. Os navajos eram menos agressivos, mas foram considerados perigosos o bastante para justificar o envio de uma expedição militar contra eles em 1863. Cerca de 8 mil índios foram presos e assim permaneceram até 1868

BLACKFEET
Com muitas armas de fogo e cavalos, os "pés-negros" habitavam o centro-norte dos Estados Unidos e possuíam uma das mais poderosas forças guerreiras do Velho Oeste. Eram famosos por arrancar os escalpos dos inimigos vencidos, fossem eles soldados americanos ou índios rivais. Ainda no início do século 19, boa parte da nação morreu de fome após o extermínio das manadas de búfalos de seus territórios. A partir daí, os blackfeet se concentraram na agricultura e na criação de gado, passando por um processo de mistura progressiva com outras tribos

APACHES
Muito hábeis no uso de cavalos, os apaches se dividiam em bandos autônomos que viviam perto da fronteira com o México. Mesmo sem possuir uma organização centralizada, tiveram grandes chefes, como Cochise e Geronimo, que os levaram a travar guerras sangrentas contra espanhóis, mexicanos e americanos após o fracasso de acordos de paz. Inferiorizados militarmente, foram derrotados de uma vez por todas em 1886 e levados como prisioneiros para a Flórida e outros estados americanos

COMANCHES
Nômades no século 19, os comanches promoviam temíveis ataques surpresa e ocuparam terras de outras tribos, como os apaches, no sul dos Estados Unidos. Era uma nação poderosa, que dependia muito da caçada de búfalos, animal que fornecia à tribo alimento e matéria-prima para roupas e utensílios. Foram uma das primeiras nações a adotar o cavalo, após contatos com espanhóis. Os comanches firmaram vários acordos de paz com o governo americano, que jamais impediu que os territórios da tribo fossem invadidos

Retirado de:
http://mundoestranho.abril.com.br/historia/pergunta_286876.shtml

terça-feira, 20 de julho de 2010

CURSO "APRENDIZAGEM E EDUCAÇÃO, A PARTIR DOS FUNDAMENTOS BIOLÓGICO-CULTURAIS"

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O CURSO

“Aprendizagem e educação, a partir dos fundamentos biológico-culturais”
*com Ignacio Muñoz Cristi

A UMAPAZ oferece o curso “Aprendizagem e educação, a partir dos fundamentos biológico-culturais”, destinado a professores, pesquisadores e profissionais da educação que desejem ampliar a visão tradicional da aprendizagem e entender o fenômeno da educação em sua totalidade, a partir de uma perspectiva sistêmica.

As aulas serão realizadas nos dias 29 de julho e 05 de agosto (quinta-feira) das 14h às 18h. São 80 vagas e os interessados devem preencher a ficha de inscrição abaixo e enviá-la para o e-mail inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br

Segundo o antropólogo chileno Ignacio Muñoz Cristi, facilitador do curso, a partir da compreensão biológico-cultural do ser humano podemos constatar que a educação não é a mera transmissão de informações ou do conhecimento, mas sim uma transformação na convivência a partir do acolhimento e da escuta do outro.

A aprendizagem se faz como um caminho para a aquisição de habilidades no fazer e conviver, onde o educador percebe as capacidades e habilidades do aprendiz para expandir sua visão, convidando-o a ampliar reflexões e coordenações de fazeres.

Para Ignácio, as dificuldades na educação, se não ocorrem por algum dano fisiológico, decorrem fundamentalmente de problemas no emocional. Meninos, meninas e jovens se transformam em seu contínuo crescimento, de acordo com os adultos com quem convivem e, como diz Humberto Maturana, eles não são o futuro da humanidade. Assim, a tarefa educativa deve oferecer o espaço necessário para que os jovens se transformem em pessoas adultas, que podem viver espontaneamente no respeito por si mesmo, com autonomia em suas reflexões e ações, capaz de gerar uma convivência responsável com consciência ética e social.

Sobre Ignacio Muñoz Cristi
Antropólogo, professor, pesquisador e consultor. Pertence a linha de biólogos culturais educados por Humberto Maturana e Ximena D’Ávila. É membro da equipe docente do grupo de gestão organizacional e coordenador de projetos do Instituto de Formación Matríztica (Escuela Matríztica), onde se formou em antropologia.

Bibliografia
1.Maturana, H. Reflexões: a deriva ontogenética ou conteúdo. Arch Biol Exp Med 15: 261- 271, 1982.
2.Maturana, H. Ontologia Chat. Revista Terapia Psicológica, Ano VII N. 10, pp.15-23, 1.988.
3.Maturana, H. Emoções e Linguagem na educação e na política. Ed Hachette, Santiago, 1990. Ed Dolmen, Santiago, 1.ed. 1990, 2.ed., 1990.
4.Maturana, HR, Davila, X. Educador Social. In: figuras e passagens da complexidade da Educação. Guada e coords Battles. Espanha Instituto Paulo Freire. 2008.
5.Maturana, H., Davila, X. O que fazemos para educar?. Livro para a conferência da UNESCO. 2005. Z Matri Training Institute.

Serviço: Curso “Aprendizagem e educação, a partir dos fundamentos biológico-culturais”.
Dias e Horário: 29 de julho e 05 de agosto (quinta-feira), das 14h às 18h.
Público focalizado: professores, pesquisadores e profissionais da educação.
Facilitador: Ignácio Muñoz Cristi
Coordenação: Eveline Limaverde
Vagas: 80 – HAVERÁ SELEÇÃO
Inscrições: Preencha e envie a ficha abaixo para: inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br


FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO
Curso: “Aprendizagem e educação, a partir dos fundamentos biológico-culturais”
Envie preenchido para inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br
1. NOME COMPLETO:
2. Idade3. Sexo ( ) M ( ) F
4. RG nº Órgão: UF: 5. CPF nº
6. Escolaridade ( ) Ensino Médio ( ) Ensino Superior
7. Área de formação:
8. Setor em que trabalha: Empresa privada ( ) Organização não governamental ( )
Órgão Público ( )
9. Se Conselheiro, em que CADES Regional exerce a função:
10. Se profissional da área ambiental, qual atividade que exerce atualmente:
11. Se servidor público, informe Nº RF e local onde exerce atividades:
12. Se educador, instituição em que exerce a função:
13. Endereço residencial:
14. Bairro: 15. CEP:
16. Região: ( ) Norte ( ) Sul ( ) Leste ( ) Oeste ( ) Centro ( ) Outro Município
17. E-mail:
18. Telefone fixo: 19. Telefone celular:
20. Por que deseja participar deste curso?

Oficina “VALORES DA CULTURA INDÍGENA"

INSCRIÇÕES ABERTAS: OFICINA "VALORES DA CULTURA INDÍGENA"

“Somos uma continuação de nossas raízes, somos o tronco, deixaremos frutos, que serão novas raízes e novos troncos e futuros frutos.”
(Kaká Werá)

A UMAPAZ (Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz) promove nos dias 12, 19 e 26 de agosto; 02, 09, 16, 23 e 30 de setembro, (às quintas-feiras) das 14h às 17h, a Oficina "Valores da Cultura Indígena", aberto a todos os interessados. As aulas serão ministradas por Samuel Souza de Paula.

A oficina, com carga horária total de 24 horas, tem por objetivo estimular práticas ancestrais e modernas de integração harmoniosa com o meio ambiente, além de propagar a cultura de paz por meio de mitos, símbolos, ritos transculturais e suas correspondências atuais.

O professor Samuel Souza de Paula é estudioso do comportamento humano, desenvolve trabalhos de integração do corpo, mente e espírito. Possui formação Master em PNL - Programação Neurolinguística. É coordenador do Ciclo de Estudos Xamânicos "Espírito de Gaia", participante de Danças Nativas pela Paz e Danças Circulares Sagradas. Membro do programa "Gente que Faz a Paz" - Unesco (Programa Pedagógico "Educação para Paz nas Escolas").

Conteúdo Programático:
· Dia 12/08/10 - O Poder do Mito: introdução à sabedoria dos povos
· Dia 19/08/10 - Consciência da Canção Pessoal: sensibilização, sons e cantos nativos
· Dia 26/08/10 – Fundamentos da Natureza: conexões com o ser
· Dia 02/09/10 - Mitologia Pessoal e os Valores da Cultura Indígena
· Dia 09/09/10 – Visão Sistêmica: interdependência e berçário de vida
· Dia 16/09/10 - Ritos de Passagem: arquétipos da mudança no cotidiano
· Dia 23/09/10 - Os seis pilares da paz e as sementes da educação pacífica
· Dia 30/09/10 - Dinâmicas Integrativas: danças, histórias, sons e silêncio

Bibliografia:
ARRIEN, Angeles - O Caminho Quádruplo: Trilhando os caminhos do guerreiro, do mestre, do curador e do visionário. São Paulo, Ed. Ágora, 1997.
CAMPBELL, Joseph - O Poder do Mito. São Paulo, Ed. Palas Athena, 1990.
STEIN, Murray - Jung: O Mapa da Alma. São Paulo, Ed. Cultrix, 2004.
JARES, Xesús R. - Educar em Tempos Difíceis. São Paulo, Ed. Palas Athena, 2007.
HANK, Thich Nhât - Para Viver em Paz: O milagre da mente alerta. Petrópolis, Editora Vozes, 1986.
DISKIN, Lia - Paz, como se faz?: Semeando cultura de paz nas escolas. Brasília: UNESCO, Ed. Palas Athena, 2007.
WEIL, Pierre - A Arte de Viver em Paz. São Paulo: Ed. Gente, 1990.

Serviço: Oficina Valores da Cultura Indígena
Coordenação: Angélica Berenice de Almeida e Estela Maria G.P. Gomes
Oficineiro: Samuel Souza de Paula
Público focalizado: professor, educador ambiental, arte educador e estudantes de áreas afins.
Dias: 12,19 e 26 de agosto e 02, 09, 16, 23 e 30 de setembro (quintas-feiras)
Horário: 14h às 17h
Carga horária total: 24 horas
Vagas: 40 (serão contemplados a participar da seleção os primeiros 100 inscritos)
Local: UMAPAZ – Universidade Livre do Meio Ambiente e Cultura de Paz
End.: Avenida IV Centenário, 1268 Portão 7-A - Parque Ibirapuera
Inscrições: pelo e-mail: inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO
VALORES DA CULTURA INDÍGENA


Envie preenchido para:
inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br

1. Nome completo:
2. Idade:
3. Sexo: ( ) M ( ) F
4. RG nº órgão: UF: 5. CPF nº
5. Escolaridade: ( ) Ensino Médio ( ) Ensino Superior
6. Área de formação:
7. Setor em que trabalha:
Empresa privada ( ) Organização não governamental ( ) Estado ( )
8. Se servidor público, por favor, informe número RF:
9. Profissão/atividade que exerce atualmente:
10. Se educador, instituição em que exerce a função:
11. Endereço residencial:
12. Região: Bairro: 13. CEP
14. E-mail:
15. Telefone fixo: 16. Telefone celular:

sexta-feira, 16 de julho de 2010

LINDA MENSAGEM DE REFLEXÃO DE CHICO XAVIER

Linda Mensagem de reflexão

Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO, mesmo sabendo que as rosas não falam...
Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera não é assim tão alegre...
Que eu não perca a VONTADE DE VIVER, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa...
Que eu não perca a vontade de TER GRANDES AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo,eles acabam indo embora de nossas vidas...
Que eu não perca a vontade de AJUDAR AS PESSOAS, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda...
Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia...
Que eu não perca a VONTADE DE AMAR, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim...
Que eu não perca a LUZ e o BRILHO NO OLHAR, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo, escurecerão meus olhos...
Que eu não perca a GARRA, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos...
Que eu não perca a RAZÃO, mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas.
Que eu não perca o SENTIMENTO DE JUSTIÇA, mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu...
Que eu não perca o meu FORTE ABRAÇO, mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos...
Que eu não perca a BELEZA E A ALEGRIA DE VER, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma...
Que eu não perca o AMOR POR MINHA FAMÍLIA, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia...
Que eu não perca a vontade de DOAR ESTE ENORME AMOR que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado...
Que eu não perca a vontade de SER GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno... E acima de tudo... Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente...

Chico Xavier Locução: Roberto Barreto

Retirado de:

http://www.youtube.com/watch?v=ToTNgwRoR...